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Edição 10104 de 19/07/2019

Destaque

01 - Zerar tarifa equivale à destruição da indústria, diz ABIMAQ


Em audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, representantes da indústria manifestaram forte reação à Portaria 309 do Ministério da Economia, editada no dia 24 de junho, que reduz a zero o imposto de importação de bens de capital – máquinas e equipamentos usados na produção de outros bens -, além de produtos de informática e telecomunicações, “sem produção nacional equivalente“.

De acordo com o governo, se o produto fabricado no Brasil for 5% mais caro que o importado, não será considerado “similar nacional”.

Segundo os empresários, a portaria, além de prejudicar a produção nacional, vai atingir milhares de empregos.

As tarifas de importação variam entre 14% (bens de capital) e 16% (informática e telecomunicações). No entanto, através do Regime de Ex-Tarifário, que permite a tarifa zero por um tempo determinado, inúmeros produtos entram no país com benefício fiscal.

Para o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), José Velloso Dias Cardoso, a portaria “equivale a dizer que a indústria será destruída”.

“O regime Ex-Tarifário”, enfatizou o empresário, “é um instrumento de política industrial que deveria ser usado para melhorar a produtividade e não somente para baratear a compra de um bem qualquer”. Segundo ele, deve ser usado para trazer melhorias na produtividade, com o uso de tecnologias avançadas ainda não disponíveis no Brasil.

De acordo com Velloso, “hoje existem mais de 6 mil ex-tarifários vigentes. Em 2012, eram pouco mais de 3 mil. O Imposto de Importação é um colchão que visa a regular a competitividade de produtos nacionais frente a seus concorrentes, pois existe a clara percepção que não é possível simplesmente comparar preços internacionais devido ao Custo Brasil”.

“Vamos lembrar que os automóveis, mesmo depois da abertura comercial, têm até hoje imposto de importação de 35%. Mas a Portaria 309 cria critérios de comparação de preço, prazo de entrega e fornecimentos anteriores que são irreais e criam uma imensa subjetividade”, acrescentou o presidente da ABIMAQ.

Para o presidente da Abinee, Humberto Barbato, “o Ex-Tarifário é uma concessão temporária de redução do Imposto de Importação a zero em função de alguns aspectos. Por exemplo, só pode ser concedido a equipamentos novos. O que acontece com essa Portaria 309 é que [a alíquota zero] está sendo concedida para quaisquer bens, inclusive usados [remanufaturados]”.

“O governo estabelece uma concorrência desleal, porque no Brasil só se fabricam produtos novos, não tem remanufaturados. A prática é de que quando se pede o Ex-Tarifário, já foi feita a compra do produto importado”, disse Barbato. “Só aí há consulta a fornecedor brasileiro. Com isso, evidentemente se estabelecem dois pesos e duas medidas em que o estrangeiro vai sempre ter uma vantagem”, completou.

Barbato defendeu também a concessão do Ex-Tarifário somente mediante consulta preliminar à Receita Federal, para que “a porteira não seja aberta com toda a facilidade”.

O presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), José Jorge do Nascimento Júnior, acredita que por trás da iniciativa está a defesa da abertura comercial feita pela governo. Ele alertou que essa abertura, dependendo do modo que for feita, pode gerar uma desindustrialização que acarretará grande índice de desemprego.

“Não é justo que alguém produza no Brasil algo em condições distintas de quem produz fora. E quem produz fora ainda chega aqui com produto mais barato porque tem beneficio tributário. Isso não é razoável”, disse o dirigente da Eletros. “Não podemos desempregar gente nem fazer as indústrias saírem do país. Não podemos fazer com que o risco de se produzir no Brasil aumente”.

FIASCO

O diretor de Relações Governamentais da Positivo, José Goutier Rodrigues, criticou a falta de planejamento do governo nessas decisões regulatórias. E disse que isso pode ter consequências desastrosas, como ocorreu na Argentina.

“Em 2017, o governo argentino reduziu de 12% para 0% o Imposto de Importação sobre bens de informática. Houve de imediato perda de 5 mil postos de trabalho. O preço médio de um computador caiu de US$ 400 para US$ 355. Todos acharam louvável. E hoje, como está o preço sem esses empregos? Atualmente, os computadores vêm da China e são vendidos mais caros do que antes, pois o próprio varejo cuidou de realocar os valores. Nestes tipos de produtos, o preço depende não só da carga tributária, mas da oferta e da procura. Nesta semana, a Argentina foi obrigada a aumentar o Imposto de Importação novamente porque não tem mais indústria local, não tem recolhimento de tributos. É um exemplo portenho. Foi um fiasco o que aconteceu lá”, constatou.

MEDIDA ENTREGUISTA

Entre senadores, a portaria também gerou duras críticas. O senador José Serra (PSDB-SP) afirmou: “nunca vi medida tão entreguista e tão mal feita como essa portaria. E voltada tão fortemente contra a indústria instalada no Brasil. Não temos outro caminho a não ser a derrubada pelo caminho do Decreto Legislativo (PDL)”, que ele mesmo propôs.

Até o governista senador Major Olímpio (PSL/SP), líder do partido do governo na casa, criticou a medida de Guedes. “Esta é uma plena comunhão do inútil com o desagradável.
 Estamos zerando alíquotas de importados em um momento em que precisamos é gerar empregos”.

O senador do Amazonas Eduardo Braga (MDB) pediu o cancelamento da portaria, na sua avaliação se ela continuar a vigorar pode comprometer a sobrevivência da indústria nacional e a manutenção de 5 milhões de empregos diretos e indiretos.

“Essa matéria é inimaginável, absurda e tão ruim, a ponto de assustar aqueles que estão no Paraná, no Rio Grande do Sul, em São Paulo, em Minas Gerais e na Zona Franca de Manaus”, afirmou Braga.

No dia seguinte à audiência no Senado Federal, o governo decidiu na quarta-feira (10) suspender até 30 de agosto os efeitos da Portaria 309/2019. Até lá, o Ministério da Economia não dará autorizações para a compra destes produtos com a alíquota reduzida.

Na Câmara, o deputado Sidney Leite (PSD), apresentou projeto de Decreto Legislativo para derrubar a portaria 309.

Além dos dirigentes da ABIMAQ, Abinee, Eletros e do Positivo, também participaram da reunião da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, representantes da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) e da empresa WEG e Positivo, que manifestaram de forma inequívoca a repulsa à portaria em questão.

Fonte: Zero Hora

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02 - Paulo Guedes se reúne com o CEO do Banco BTG Pactual nesta sexta; Confira a agenda


Guedes deve se encontrar com o CEO do Bando BTG Pactual, Roberto Sallouti, para tratar da privatização e mercado de capitais.
Confira a agenda completa:

Audiência com o presidente da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária, Vicente Abate
Horário: 10h às 11h
Local: Ministério da Economia no Rio de Janeiro - RJ
Pauta: Financiamento da exportação de trens fabricados no Brasil para Argentina
Participantes:
Daniella Marques - Chefe da Assessoria Especial de Assuntos Estratégicos
Caio Megale - Secretário de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviço e Inovação
Michel Boccaccio - Vice-Presidente para a América Latina - Alstom
Marcos Costa - Presidente - Wabtec Corporation
Carlos Alberto Andrade Pinto - Presidente - Hidremec
Siegfried Alexander Ellwanger - Presidente - Pandrol
Giuseppe Gori - Presidente - EMPAC
Carlos Teixeira - Diretor - Progress Rail

Audiência com o CEO Banco BTG Pactual, Roberto Sallouti
Horário: 11h às 12h
Local: Ministério da Economia no Rio de Janeiro - RJ
Pauta: Privatização e mercado de capitais
Participantes:
Daniella Marques - Chefe da Assessoria Especial de Assuntos Estratégicos
Guilherme Paes - Head do IB
Eduardo Guardia - CEO da Asset Management
Caio Megale - Secretário de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviço e Inovação

Audiência com o presidente-executivo do Instituto Aço Brasil, Marco Polo de Mello Lopes, e mais 13 entidades.
Horário: 15h às 16h
Local: Ministério da Economia no Rio de Janeiro - RJ
Pauta: Situação atual e perspectivas da indústria de transformação
Participantes:
Daniella Marques - Chefe da assessora Especial de Assuntos Estratégicos
Caio Megale - Secretário de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviço e Inovação
Fernando Valente Pimentel - Presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT)
José Velloso Dias Cardoso - Presidente Executivo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ)
João Carlos Marchesan - Presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ)
José Augusto de Castro - Presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB)
Luiz Carlos Moraes - Presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA)
Fernando Figueiredo - Presidente Executivo da Associação Brasileira da Indústria Química (ABIQUIM)
Marina Mattar - Diretora de Relações Institucionais, Comunicação e Sustentabilidade da Associação Brasileira da Indústria Química (ABIQUIM)
José Carlos Rodrigues Martins - Presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC)
Humberto Barbato - Presidente Executivo da Associação Brasileira Indústria Elétrica EletrÒnica (ABINEE)
Synésio Batista da Costa - Presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (ABRINQ)
José Ricardo Roriz Coelho - Presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST)
Maria Cristina Yuan - Diretora de Assuntos Institucionais (AÇO BRASIL)
Elizabeth de Carvalhaes - Presidente Executiva da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (INTERFARMA)
Paulo Camillo Penna - Presidente do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC)

Audiência com o diretor da Fundação Getúlio Vargas, Aloísio Araújo
Horário: 16h às 17h
Local: Ministério da Economia no Rio de Janeiro - RJ
Pauta: Reforma Microeconômica
Participantes:
Daniella Marques - Chefe da Assessoria Especial de Assuntos Estratégicos
Caio Megale - Secretário de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação/ME

Audiência com o presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamento (ABIMAQ), José Velloso Dias Cardoso.
Horário: 17h às 18h
Local: Ministério da Economia no Rio de Janeiro - RJ
Pauta: Reforma tributária/desoneração da folha/abertura comercial/créditos para exportações
Participantes:
Daniella Marques - Chefe da Assessoria Especial de Assuntos Estratégicos
Caio Megale - Secretário de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação/ME
João Carlos Marchesan - Presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ
João Alfredo Saraiva Delgado - Diretor Executivo de Tecnologia da ABIMAQ
Maria Cristina Zanella - Gerente Divisional de Competitividade e Economia Estatística da ABIMAQ
Patricia Gomes - Diretora de Mercado Externo da ABIMAQ
Walter Filippetti - Diretor Executivo de Relações Governamentais da ABIMAQ

Fonte: Money Times

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03 - Evento discute perspectivas para a mineração


Para discutir o desenvolvimento da mineração no Estado de Goiás e as perspectivas para a indústria mineral no Brasil nos próximos três anos, será realizado na cidade de Goiânia, na tarde do dia 24 de julho, o evento Momento da Mineração, que reunirá dirigentes de empresas mineradoras e representantes do governo e entidades empresariais ligadas ao setor.

O evento, que conta com o apoio da Fieg (Federação das Indústrias do Estado de Goiás), ABPM (Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa Mineral), ABIMAQ e outras entidades, será realizado na sede da Fieg, em Goiânia e marca o lançamento de dois outros eventos que serão realizados em 2020, também na capital de Goiás: o 7º. Encontro Nacional da Média e Pequena Mineração e a BRASMIN – Feira Brasileira da Mineração. O Encontro é organizado pela Brasil Mineral, enquanto a feira, organizada pela PROMA e promovida pela Emme, é uma realização da ABPM.

De acordo com os organizadores, tanto o Encontro quanto a Feira têm o objetivo de discutir e realçar o papel da Média e Pequena Mineração no País, que apesar de sua grande preponderância em termos em número de empresas (a grande maioria das mais de 9 mil empresas mineradoras existentes no País são de médio e pequeno porte) e de ser responsável pela produção de bens minerais que são essenciais à qualidade de vida das pessoas, são relegadas a segundo plano nas políticas delineadas para o setor.

No evento de Goiás serão apresentados os investimentos em projetos de mineração no Estado, como os empreendimentos da Mineração Serra Verde, em Minaçu, o empreendimento para produção de ouro da Amarillo Gold. Deverão participar do painel o Secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do MME, Alexandre Vidigal Filho; o diretor da ANM, Tasso Mendonça Júnior; o presidente da ABPM, Luís Azevedo; o dirigente da Mineração Serra Verde, Luciano Borges; o empresário Luiz Vessani, da Edem Mineral; o representante da Mineração Maracá, Wilson Borges, além de outras lideranças empresariais e de entidades do setor mineral. A participação é gratuita e as confirmações podem ser feitas pelo email: adm1@promaprodutos.com.br ou renata@signuseditora.com.br.

Fonte: Brasil Mineral

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04 - A indústria e a previdência


João Carlos Marchesan*

- A confirmação da notícia de um PIB negativo, no primeiro trimestre de 2019, após o IBGE ter anunciado, há mais de um mês, a queda da produção da indústria, confirma a estagnação da economia brasileira, num momento em que a posse de um novo governo criava expectativas de retomada de um crescimento sustentado, que era estimado, no começo de 2019 , em algo próximo a 3% ao ano.

- Na realidade o novo governo recebeu o país em condições fiscais difíceis, com um déficit nominal de mais de 5% do PIB, uma dívida pública elevada e, pior, crescente.

A equipe econômica escolheu priorizar o ajuste fiscal, onde a reforma previdenciária tem, certamente, uma importância capital.

Assim, todas as esperanças de crescimento foram subordinadas à aprovação rápida de uma robusta reforma da Previdência.

- Os fatos, por motivos diversos, não correram como previsto.
A tramitação do projeto na Câmara, sofreu atrasos e está sendo objeto de modificações que podem reduzir a potência fiscal da economia projetada.

Esta realidade, de certo modo inesperada, reduziu o otimismo do mercado o que se reflete na redução do preço dos ativos brasileiros, em depreciação cambial e na paralisia dos investimentos.

- Neste cenário os fabricantes de bens de capital, que apoiaram a reforma previdenciária desde o inicio, torcem e trabalham para uma tramitação mais rápida do projeto nas duas casas legislativas, para que o país, uma vez eliminado o perigo de um crescimento explosivo da dívida pública, possa se dedicar integralmente em recuperar o tempo perdido, retomando o crescimento econômico e criando empregos e renda.

- Com a aprovação do projeto a indústria brasileira espera uma reversão nas atuais expectativas, com o aumento da confiança, tantos dos empreendedores, quanto dos consumidores, a redução do risco país, face à recuperação da solvibilidade das contas públicas no longo prazo e, por consequência, uma ulterior redução dos juros básicos, fatores necessários a um ambiente favorável ao crescimento.

- Como dissemos, são todos fatores necessários para criar condições propícias a um novo ciclo de desenvolvimento mas, a aprovação da reforma da previdência, de per si, não será suficiente para dar a partida ao processo.

A equipe econômica, sem se descuidar do acompanhamento do processo legislativo, deve simultaneamente implementar ações que estimulem a atividade econômica.

- Será necessário diminuir o endividamento das famílias e das empresas, com crédito mais fluido e forte redução dos spreads bancários, bem como reduzir os custos da intermediação financeira nos empréstimos do BNDES às pequenas e médias empresas tornando os investimentos mais atrativos e estimular a demanda, com a retomada das obras públicas paradas, utilizando parcialmente as receitas não recorrentes, provenientes de privatizações e concessões.

- Os fabricantes de bens de capital estão cientes que o progresso do país depende de uma união de esforços.

Tal como apoiaram e apoiam a reforma da previdência, desde já, se colocam à disposição da equipe econômica para ajudar a detalhar as sugestões acima elencadas e para auxiliar na implementação das medidas de desburocratização e desregulamentação que estão sendo propostas pelas diversas secretarias do Ministério da Economia.

*João Carlos Marchesan é administrador, empresário e presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ.

Fonte: Diário do Comércio MG, Blog do Cláudio Lima, Blog do Eliomar, Blog Henrique Barbosa, Clique Diário, Diário do Vale - Sul Fluminense, Jornal O Hoje, Jornal Diário de Aparecida, Diário de Sorocaba

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05 - ABIMAQ/SINDIMAQ promovem cursos sobre Repetro Sped


A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) e o Sindicato Nacional da Indústria de Máquinas (Sindimaq), abrem inscrições para o curso Repetro Sped e Aplicações, no dia 04 de setembro na capital mineira. O Repetro é um regime fiscal aduaneiro que suspende a cobrança de tributos federais na importação de equipamentos para o setor de petróleo e gás, principalmente às plataformas de exploração. O instrutor será o especialista em aduana, Gláucio Antônio de Aguiar Bastos, auditor fiscal da Receita Federal. Informações no site: www.ABIMAQ.org.br/cursos.


Fonte: Blog do PCo

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06 - ABIMAQ oferece curso sobre NBR ISO 13849 – Performance Level


Com o intuito de proporcionar o entendimento dessa nova norma com aplicação na ferramenta Sistema, a ABIMAQ promove o curso ‘NBR ISO 13849 – 1 e 2 (Performance Level) Leitura e Interpretação/Aplicação e Uso da Ferramenta Sistema. Engenheiros da área de segurança do trabalho, elétrica e mecânica dos departamentos de Engenharia e Manutenção são os profissionais visados no treinamento. O curso acontece nos dias 25 e 26 de julho.

O ministrante é Sidney Peinado. Ele é formado em Engenharia Elétrica e Automação, e apresenta 40 anos de experiência. É ainda pós-graduado em SST na OIT- Organização Internacional do Trabalho em Turim (2012) e em Gestão Empresarial na ESPM (1993). Também é auditor formado pela EXIDA nos EUA (1994) e CMSE na TÜV NORD (2016). Atua como diretor técnico da Fast Solution Automação e Segurança Ltda. – Soluções Integradas, e é docente em diversos cursos de entidades e instituições pelo Brasil.

Conteúdo programático:

– Histórico da NBR ISO 13849-1 e -2;
– Diferenças entre a EN 954-1 (NBR14153) e NBR ISO 13.849;
– Principais conceitos;
– IEC 62061 X NBR ISO 13849-1;
– Processo recorrente de redução de risco.
– Benefícios de usar PL.
NBR ISO 13849 – 1 e 2 (Performance Level) Leitura e Interpretação
NBR ISO 13849 – 1 e 2 (Performance Level) Leitura e Interpretação

Data: 25/07/2019
Horário: das 9h às 18h
Local: Sede ABIMAQ SP – Avenida Jabaquara, 2925 (Próximo à Estação São Judas do Metrô)
Telefone para contato: (11) 5582-6321/5703
Para maiores informações: www.ABIMAQ.org.br/cursos
Entre em contato:
Nome:
Email:
Telefone:
Mensagem:

Fonte: Dino, Dicas BH, Falando de Gestão, iCrowdNewswire, Jrs, Gazeta de Votorantim, Negócios em Foco, V de Vininha

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Comércio Internacional

01 - Autoridades dos EUA e China discutem comércio; Mnuchin busca negociações presenciais


CHANTILLY, França/WASHINGTON (Reuters) - Autoridades norte-americanas e chinesas conversaram por telefone na quinta-feira conforme as duas maiores economias do mundo tentam encerrar uma guerra comercial que já dura um ano, com o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, sugerindo possíveis negociações presenciais.

Mnuchin e o representante de Comércio dos EUA, Roberto Lighthizer, conversaram com seus colegas chineses por telefone, disse o gabinete de Lighthizer na quinta-feira, após comentários anteriores do secretário do Tesouro em uma entrevista durante a reunião do G7 em Chantilly, na França. Os EUA e a China estão envolvidos em uma disputa tarifária desde julho de 2018, com Washington pressionamdo Pequim para enfrentar o que considera décadas de práticas comerciais injustas e ilegais. A China argumentou que qualquer acordo precisa ser justo e equitativo, deixando os dois lados aparentemente ainda longe de um acordo para acabar com o processo que prejudicou as cadeias de fornecimento globais e os mercados financeiros.

"Neste momento, estamos realizando ligações de alto nível e, na medida em que fizer sentido para nós marcarmos reuniões presenciais, eu anteciparei que faremos isso", disse Mnuchin à Reuters.Perguntado se o telefonema de quinta-feira poderia levar a uma reunião presencial, Mnuchin disse: "É possível, mas não vou especular sobre o resultado."O gabinete de Lighthizer confirmou mais tarde que a conversa ocorreu conforme o programado, mas não deu detalhes. O Ministério das Relações Exteriores da China disse nesta sexta-feira que os dois lados discutiram maneiras de implementar o consenso alcançado pelos presidentes dos dois países, mas não deu outros detalhes.

Separadamente, Su Ge, ex-presidente do Instituto de Estudos Internacionais da China, afiliado ao Ministério de Relações Exteriores chinês, disse que espera que mais discussões formais sejam realizadas neste mês. "Essas são questões difíceis ... mas pelo menos eles concordaram em deixar as duas equipes de negociação reiniciarem o trabalho, então vamos manter os dedos cruzados", disse ele.

Fonte: Reuters

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Conjuntura

01 - Liberação do FGTS e queda da Selic darão um pouco de ânimo à economia


A liberação das contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), conjugada com o possível início de corte da taxa de juros básica (Selic) no final de julho, podem dar um pequeno ânimo na atividade e na confiança empresarial e dos consumidores.

As medidas têm potencial para fazer com que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça em torno de 1,1% este ano, levemente acima da projeção do mercado (0,81%). Contudo, o ânimo só se sustentará para além de 2019 com as reformas estruturais saindo do papel. É o que avaliam especialistas ouvidos pelo jornal.

Na visão do professor de administração do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), Norberto Giuntini, com o anúncio da liberação do FGTS, o governo pretende ganhar tempo para poder aprovar as reformas da Previdência Social e a tributária “Creio que a ideia do governo é tentar agilizar um pouco a economia até o final do ano, elevando os níveis de confiança para, então, poder gerar um ambiente mais favorável para a aprovação das reformas”, reflete Giuntini.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, deve anunciar a medida em detalhes na semana que vem. Até o momento, especula-se que os trabalhadores terão autorização de sacar entre 10% a 35% do valor do seu saldo, sejam de contas ativas ou inativas. A estimativa do governo é de uma injeção de R$ 30 bilhões na economia. Se o PIS/Pasep entrar no pacote, este montante pode subir a R$ 50 bilhões. O professor do curso de economia da FAAP, Eduardo Mekitarian, reforça que a medida de caráter paliativo tem o intuito de evitar com que PIB fique abaixo de 1% este ano. “Não se trata de uma política que se sustente sem reformas adicionais”, destaca. “Contudo, a liberação do FGTS, conjugada com a redução da taxa de juros no final deste mês, pode dar um certo ânimo para o consumo das famílias e para o empresariado nacional”, acresce.

Mekitarian avalia que a implementação de medidas de estímulo ao consumo, nesse segundo semestre, podem ter seus efeitos intensificados se houver tramitação ágil e satisfatória das reformas das aposentadorias e da tributação. “Esse cenário seria capaz de restaurar a confiança em todos os setores de atividade. Ficaria melhor ainda com o programa de privatizações saindo do papel”, completa Mekitarian. “Voo de galinha” O assessor econômico da FecomércioSP, Guilherme Dietze, afirma, por sua vez, que este pode não ser o melhor momento para medidas de estímulo. “Consumo sem investimento gera voo de galinha”, ressalta. “A pessoa vai pegar esse dinheiro em agosto, consumir até setembro e se em outubro a economia não estiver reagindo, ela continuará desempregada e endividada”, critica o economista.

Na visão de Dietze, seria melhor implementar a medida no final deste ano, momento em que os efeitos da reforma da Previdência sobre as expectativas dos empresários podem ser mais positivos. “Além disso, deverá haver uma clareza maior em relação às medidas de redução da burocracia [MP da Liberdade Econômica] e da carga tributária”, reforça.
Essa conjuntura, segundo Dietze, seria capaz de proporcionar um início de retomada de projetos de investimentos. “É mais positivo que uma pessoa saque seu dinheiro do FGTS em um momento em que a economia estará gerando vagas de emprego”, diz. José Pena, economista-chefe do Porto Seguro Investimentos, comenta que, de fato, a medida não ajusta permanentemente a renda do trabalhador, porém não vê sentido em implementá-la mais para a frente. 

“Não acho má ideia que ela seja implantada agora. A reforma da Previdência está sendo bem encaminhada. O placar não deve mudar até o fim da tramitação”, afirma.“Há uma confluência de fatores positivos ocorrendo, como a queda dos juros aqui no Brasil e lá fora. Isso pode melhorar a confiança do consumidor. Liberar o FGTS quando a economia já estiver crescendo não faz sentido”, diz Pena.

Já o professor de economia do Insper, Otto Nogami, afirma que o estímulo ao consumo é a saída possível de curto prazo para evitar que o PIB fique negativo – a projeção dele, até o momento, é de queda de 0,13% da economia este ano. “Investimento demora de 3 a 5 anos para amadurecer”, diz. “A liberação não irá causar nada de muito efusivo, mas já ajuda”, complementa Nogami.

Por fim, Giuntini lembra que, durante a liberação das contas inativas no governo de Michel Temer, em 2017, 40% das pessoas utilizaram o dinheiro para pagar dívidas. “Naquele momento, 61,8% das famílias estavam endividadas. Hoje, o percentual está até maior, em 64%”, pontua. Para ele, esses dados mostram que a liberação é uma medida paliativa, pois, sem a economia retomar crescimento, as famílias continuarão apertadas.

Fonte: DCI

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02 - Movimento do comércio tem primeira alta mensal do ano em junho, de 1,3%


O Indicador Movimento do Comércio, que acompanha o desempenho das vendas no varejo em todo o Brasil, cresceu 1,3% em junho deste ano na comparação com maio, já descontados os efeitos sazonais, de acordo com dados apurados pela Boa Vista/SPC. É a primeira alta após seis meses consecutivos de retração no movimento. Se comparado ao mesmo mês do ano passado, no entanto, o indicador caiu 1,7%, enquanto no acumulado do ano subiu 1,4%.

"Ainda é cedo para falar em retomada das vendas do comércio", avalia a consultoria. "Fatores como o alto nível de desemprego e subutilização da mão de obra, menor confiança e tímido crescimento de renda continuam sendo os principais entraves para uma evolução mais robusta do setor". A Boa Vista/SPC entende, por outro lado, que a liberação de recursos de contas ativas do FGTS deve trazer uma injeção de ânimo para o comércio, eventualmente revertendo a trajetória de desaceleração das vendas observada desde o ano passado. Todos os principais setores acompanhados pela consultoria registraram crescimento das vendas na análise mensal, com "móveis e eletrodomésticos" liderando as altas ao crescer 0,6%. Na sequência, "combustíveis e lubrificantes" avançaram 0,5%, e "tecidos, vestuários e calçados" subiram 0,3%.

Fonte: O Estado de São Paulo

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03 - Estímulo à economia só será sustentável com as reformas


As medidas têm potencial para fazer com que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça em torno de 1,1% este ano, levemente acima da projeção do mercado (0,81%). Contudo, o ânimo só se sustentará para além de 2019 com as reformas estruturais saindo do papel, avaliam especialistas ouvidos pelo DCI.

Na visão do professor de administração do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), Norberto Giuntini, com o anúncio da liberação do FGTS e do PIS-Pasep, o governo pretende ganhar tempo para aprovar as reformas da Previdência Social e tributária. “Creio que a ideia do governo é tentar agilizar um pouco a economia até o final do ano, elevando os níveis de confiança para, então, poder gerar um ambiente mais favorável para a conclusão das reformas”, reflete Giuntini. O ministro da Economia, Paulo Guedes, deve anunciar a medida em detalhes na semana que vem. Até o momento, especula-se que os trabalhadores terão autorização de sacar entre 10% a 35% do valor do seu saldo. 

Fonte: DCI

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Industria

01 - Confiança da indústria sobe em julho com otimismo por Previdência, diz CNI


A confiança do empresário da indústria na economia brasileira subiu 0,5 ponto em julho em comparação a junho, atingindo os 57,4 pontos, segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira, 18, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Foi o segundo aumento consecutivo do indicador, que está 2,9 pontos acima da média histórica de 54,5 pontos. O desempenho foi influenciado pelas perspectivas de aprovação da reforma da Previdência, na visão dos executivos.

O texto foi aprovado em primeiro turno em uma votação da Câmara dos Deputados, com 379 votos favoráveis e 131 contra. Para começar a valer, a proposta precisa ser avaliada em segundo turno pelos deputados. Depois, o texto segue para o Congresso, onde também passa por dois turnos de deliberação. É só após a aprovação em ambas as casas que as novas regras da aposentadoria entram e vigor.

Os indicadores da pesquisa variam de zero a 100 pontos. Quando estão acima dos 50 pontos mostram que os empresários estão confiantes. Foram consultadas 2.391 empresas, entre os dias 1º e 11 deste mês. A pesquisa, portanto, já reflete a aprovação do texto-base da reforma no plenário da Câmara dos Deputados, em primeiro turno, que ocorreu no dia 10.

Segundo o gerente-executivo de política econômica da CNI, Flávio Castelo Branco, a tramitação da reforma foi fundamental para o crescimento do otimismo dos empresários. “As expectativas em relação à economia brasileira aumentaram meio ponto em relação a junho”, afirma ele. “Essa melhora pode estar ligada às perspectivas de aprovação da reforma da Previdência. O levantamento cobriu os primeiros dez dias de julho, quando a reforma estava sendo encaminhada para votação com perspectivas bastante positivas de aprovação”, completa ele.

A confiança do empresário mede as perspectivas para o futuro. Se ela estiver baixa, os investimentos tendem a não crescer. Apesar do otimismo geral com o futuro, em julho, os executivos do setor não estão confiantes com o atual momento da economia brasileira. Pelo contrário, a percepção sobre a situação atual dos negócios e de conjuntura piorou. O indicador de condições atuais caiu de 47,6 pontos em junho para 47 pontos em julho e continua abaixo da linha divisória dos 50 pontos.

No recorte por tamanho das empresas, a confiança caiu para os executivos de pequenas companhias industriais, de 55,8 para 55,4 pontos. Para as médias, houve crescimento de 0,8 pontos até a cada dos 57,5 pontos; e no caso dos grandes o índice subiu de 57,6 pontos para 58,2 pontos.

Por regiões, a confiança, agora, é maior entre os empresários do Centro-Oeste (59,6 pontos) onde houve crescimento de 0,7 pontos. No Nordeste, o índice cresceu 1,4 ponto em relação a junho e ficou em 58,2 pontos. No Norte, região que liderava o ranking até então, a confiança caiu de 59,3 para 57,7 pontos. Sul e Sudeste tiveram leve aumento, de 56,7 para 56,1; e de 55,4 para 56 pontos, respectivamente.

Fonte: Veja

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02 - Seguro-desemprego é menos eficaz no Brasil


O sistema de seguro-desemprego do Brasil é um dos menos generosos do mundo com relação a abrangência, valores e regras de funcionamento, aponta um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) feito em parceria com o Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo, (IPC-IG), fórum ligado às Nações Unidas.

O estudo compara o programa com os de 97 países em que existe algum tipo benefício de seguridade social em caso de perda do emprego e mostra que a taxa de cobertura efetiva do seguro-desemprego no Brasil é considerada baixa - e tem caído nos últimos anos.

O Ipea calcula que somente 4,8% dos desempregados brasileiros tiveram acesso ao benefício em 2018. Os economistas do Instituto chegaram ao índice aplicando a metodologia usada pela Organização Mundial do trabalho (OIT), que apontou taxa de cobertura de 7,8% para o país em 2015, último dado da série.

A queda na cobertura brasileira é influenciada pela alta da desocupação, cujo ritmo não foi acompanhado pelo sistema de seguridade. Nos três anos que separam as apurações do Ipea e da OIT, o desemprego cresceu 22%, atingindo 12,2 milhões de brasileiros em 2018, segundo o IBGE. Em maio deste ano, se estabilizou na casa das 13 milhões de pessoas, o que indica uma proporção de segurados ainda menor. Assim, a taxa de cobertura efetiva do seguro-desemprego no Brasil fica em patamar semelhante ao verificado nos países africanos onde existe mecanismo similar (5,6%).

Brunu Amorim, economista do Ipea, afirma que a cobertura brasileira não está aquém das verificadas nos oito países latino-americanos que contam com seguro-desemprego. As exceções são Chile (45,6%) e Uruguai (30,1%), que puxam a taxa média da América Latina e Caribe para 12,2%.

O Ipea atribui a baixa cobertura na região a critérios de elegibilidade rigorosos, alta informalidade e dinâmica de emprego com alta rotatividade, o que impede muitos trabalhadores de atingirem o tempo mínimo de trabalho exigido para acesso ao benefício.

Taxas de cobertura baixas limitam o potencial do seguro-desemprego como "estabilizador automático" da massa salarial em períodos de recessão. A cientista política Charlotte Bilo, do IPC-IG, diz que, além de proteger o consumo no curto prazo, este tipo de política permite ao trabalhador procurar emprego por mais tempo, o que evita o subemprego e protege a renda, com efeitos positivos sobre a dinâmica da economia.

Mas o Brasil é um dos países que oferecem o benefício por menos tempo, segundo a Associação Internacional de Seguridade Social (ISSA). Assim como Venezuela, Chile e Chipre, estende a proteção por até cinco meses, tempo somente maior que o verificado na Hungria e nas Bahamas, onde o desempregado recebe o benefício por até três meses. Os maiores períodos de ajuda estão na Europa. Na Holanda, o desempregado pode receber por até três anos.

Além disso, um ranking da ISSA, com 37 países mostra que o Brasil tem o quinto sistema mais exigente quanto ao "período de qualificação": são necessárias ao menos 52 semanas de trabalho. Com relação a valores, o país oferece o 27º pior benefício mínimo quando a base de cálculo é o salário médio da população. No país, o seguro-desemprego pode variar de um salário mínimo a R$ 1.735,29.

Nesses termos, o programa brasileiro consumiu R$ 37 bilhões, ou 1,65% dos gastos públicos do país, em 2016, o primeiro ano de validade das regras que tornaram o sistema mais rigoroso.

A fatia do Orçamento dedicada ao mecanismo foi pouco mais da metade daquela investida em países da União Europeia naquele ano (2,8%). Proporcionalmente, Dinamarca, Irlanda   Finlândia são os países que mais investem em seguro-desemprego, cerca de 4,6% de seus orçamentos.

Fonte: Valor Econômico

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01 - Petrobras reduz preço da gasolina em 2,14% e diesel em 2,15% na sexta


A Petrobras informou nesta quinta-feira (18) que reduziu em 2,14% o preço da gasolina e em 2,15% o do diesel para esta sexta (19), nas refinarias. Com o anúncio, o preço médio do litro da gasolina passará de R$ 1,6817 para R$ 1,6457 e, o do diesel, passará de R$ 2,0649 para R$ 2,0205.

As informações constam em site da empresa, no qual a petroleira detalha preços praticados nos 37 pontos de suprimento do mercado brasileiro, para a gasolina, o diesel S10 e o diesel S500.

No site, a empresa informou reduções médias de preço de R$ 0,0360 por litro de gasolina e de R$ 0,0444 por litro de diesel.

Em 8 de julho, a Petrobras reduziu em 4,4% o preço da gasolina e em 3,8% o preço do diesel. Em 1º de julho a companhia informou nova revisão na periodicidade de reajustes nos preços dos combustíveis, que passarão a ser realizados sem prazo definido.

Há quase dois meses, a empresa já tinha anunciado mudanças, novamente, em seu formato de divulgação de reajustes nos preços de gasolina e diesel. Em meio à retomada do debate nacional sobre os preços praticados pela estatal, frente às ameaças de uma nova greve dos caminhoneiros, a estatal passou a divulgar em seu site preços praticados pela empresa, à vista, nos 37 pontos de suprimento do mercado brasileiro.

Desde a adoção de novo formato na política de ajuste de preços em 2017, a gasolina acumula alta de 25,79% de preço, nas refinarias. Já o diesel acumula aumento de 48,93%.

Fonte: G1

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02 - Acordo entre Mercosul e UE vai expor ineficiência na indústria automotiva


Em vias de retomar o ritmo de vendas no mercado nacional, a indústria automotiva brasileira lida com outra incerteza: acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul. Com aliança ganhando contorno, o “pisca alerta” do setor se acende frente a possível invasão de itens europeus. “Para o setor automotivo brasileiro esse acordo pode ter impactos negativos. No médio prazo, existe uma grande necessidade de revisar a carga de tributos que as indústrias pagam atualmente e melhorar os níveis de eficiência produtiva de veículos de todos os segmentos”, argumentou o sócio-diretor da consultoria MacroSector, Fabio Silveira. De acordo com ele, a falta de competitividade da indústria brasileira tende a prejudicar o nível de equilíbrio entre os produtos europeus e brasileiros a partir do momento em que o acordo passar a vigorar realmente entre os dois blocos.

 “A perspectiva que temos no horizonte é de uma entrada gradual de produtos e veículos da Europa, que tem uma capacidade produtiva e eficiência muito superior em relação à cadeia produtiva brasileira”, complementou Silveira, destacando que outros importantes segmentos ligados a cadeia automotiva, como por exemplo autopeças e petroquímico, devem ser impactados negativamente com os parâmetros atuais do acordo negociado. Momento atual Se o futuro é incerto, o momento atual começou agora a melhorar. Segundo uma análise realizada pela consultoria, nos próximos meses, espera-se que o setor apresente algumas evoluções em termos de produção, chegando a 2,94 milhões de veículos fabricados em 2019 – alta 2% sobre o registrado em 2018. Ainda segundo o levantamento, esse leve avanço é reflexo de melhores condições de crédito no mercado doméstico, principalmente por melhores condições para compra de veículos semi-pesados e pesados. 

A expectativa é que a as vendas de caminhões subam 7% durante todo o ano de 2019 – o equivalente a 113 mil unidades no território nacional. Com previsão de desempenho negativo, a fabricação de tratores deve amargar para o mesmo período analisado queda de 16% (-42 mil máquinas). “Temos um enorme desafio pela frente na indústria como um todo inclusive das vendas externas”, disse Silveira.

Para exportação o principal problema é a crise econômica na Argentina. Para ele, será uma tarefa difícil para o Brasil encontrar outro comprador equivalente. “A economia argentina em crise foi a principal responsável pela retração grande das exportações de veículos brasileiros. Dificilmente vamos conquistar novos mercados externos de uma hora para outra”, explicou ele. De acordo com os números da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a expectativa é que as exportações de veículos brasileiros apresente retração na casa dos 26% em relação a 2018.

Fonte: DCI

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